Extraordinário! Veja o que o fundador da cerveja Corona deixou para moradores do vilarejo onde cresceu

Antonio Fernandez, fundador da Cerveja Corona deixa herança milionária para moradores do vilarejo onde cresceu

Antonio Fernandez

Em agosto de 2016, Antonio Fernández, fundador do império da Cerveja Corona, morreu aos 98 anos. Agora, como publicado em noticiário da Espanha, ele deixou uma “surpresinha” para os moradores do pobre vilarejo onde cresceu.

Cerezales del Condado é um pequeno vilarejo de 80 pessoas na Espanha. Fernadez nasceu numa família de 13 filhos, a qual batalhava contra a pobreza. Como muitas das crianças na região, ele teve que sair da escola aos 14 anos, para assim ajudar sua família trabalhando na roça.

Mas agora, o vilarejo teve uma celebração jubilante, após receberem a notícia de que Fernández deixou para cada pessoa no vilarejo 2,35 milhões de euros em seu testamento. Sim, é isso mesmo: um total de 188 milhões de euros.

Em agosto de 2016, Antonio Fernández, fundador do império da Cerveja Corona, morreu aos 98 anos. Agora, como publicado em noticiário da Espanha, ele deixou uma "surpresinha" para os moradores do pobre vilarejo onde cresceu. Cerezales del Condado, Espanha

Cerezales del Condado é um pequeno vilarejo de 80 pessoas na Espanha.

Maximio Sanchez, proprietário de um bar no vilarejo, disse ao Diario de León: “Nunca tivemos nenhum dinheiro antes. Não sei o que faríamos sem Antonio.”

Após a devastadora Guerra Civil Espanhola, Fernández se mudou para Leon, no norte da Espanha, onde casou com Cinia Gonzáles Díez.

Fernández se mudou para o México em 1949, aos 32 anos, para trabalhar no depósito do tio de sua esposa. Ele progrediu na empresa, se tornando CEO em 1971, e finalmente usando de sua posição fundou a Corona, uma das maiores produtoras de cerveja do mundo.

Esta ação não foi surpresa para quem conhecia Fernández; o bilionário foi honrado pelo antigo Rei da Espanha por suas ações de caridade. Sua ação mais notável foi o estabelecimento de um serviço que ajudou as pessoas desabilitadas a procurarem por trabalho.

O vilarejo também está recebendo um novo centro cultural, pago com a herança deixada, e uma fundação sem fins lucrativos, com 300 funcionários, também está recebendo uma quantia não divulgada de dinheiro.

E como caixão não tem gaveta, Fernández fez o que todo o ser humano rico deveria fazer ao deixar este mundo. Ele sempre viverá na memória dessas pessoas e de seus descendentes. Merece muitos aplausos!

eak

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