20 coisas malucas que já foram ditas em um tribunal

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Apesar da seriedade de uma sala de audiências e de tudo o que acontece nela, este lugar também pode gerar algumas histórias cômicas (é claro, sem querer).

O escritor Charles M. Sevilla compilou algumas das conversas mais divertidas das salas da justiça entre réus e demandantes, advogados e testemunhas, jurados e juízes, e lançou um livro chamado Disorder in the Court (‘Desordem no Tribunal’, em tradução livre do título).

De testemunhas que entendem as perguntas literalmente, aos advogados que formulam paradoxos em vez de perguntas, os diálogos abaixo aconteceram de verdade em tribunais mundo à fora. Veja:

coisas malucas que foram ditas

 

1.

ADVOGADO: Doutor, antes de realizar a autópsia, o senhor tentou achar um pulso?

TESTEMUNHA: Não.

PROCURADOR: Verificou a pressão arterial?

TESTEMUNHA: Não.

ADVOGADO: Checou a respiração?

TESTEMUNHA: Não.

ADVOGADO: Então, é possível que o paciente estivesse vivo quando o senhor começou a autópsia?

TESTEMUNHA: Não.

ADVOGADO: Como pode ter tanta certeza, doutor?

TESTEMUNHA: Porque seu cérebro estava em cima da minha mesa, dentro de uma jarra.

ADVOGADO: Entendi, mas o paciente ainda poderia estar vivo?

TESTEMUNHA: Sim, é possível que ele pudesse estar vivo e praticando advocacia.


2.

ADVOGADO: Ela teve três filhos, certo?

TESTEMUNHA: Sim.

ADVOGADO: Quantos eram meninos?

TESTEMUNHA: Nenhum.

ADVOGADO: Havia alguma garota?

TESTEMUNHA: Meritíssimo, eu acho que preciso de um advogado diferente. Posso procurar outro?


3.

ADVOGADO: Como seu primeiro casamento foi encerrado?

TESTEMUNHA: Pela morte…

ADVOGADO: E por morte de quem foi encerrado?

TESTEMUNHA: Adivinhe.


4.

ADVOGADO: O filho mais novo, de 20 anos, quantos anos tem?

TESTEMUNHA: Ele tem 20, assim como seu QI.


 5.

ADVOGADO: Agora, senhor, tenho certeza que você é um homem inteligente e honesto…

TESTEMUNHA: Obrigado. Se eu não estivesse sob juramento para dizer a verdade, eu retornaria o elogio.


6.

ADVOGADO: Agora doutor, não é verdade que quando uma pessoa morre enquanto dorme, ele não sabe disso até a próxima manhã?

TESTEMUNHA: O senhor realmente passou o exame da Ordem dos Advogados?


7.

ADVOGADO: Doutor, quantas das suas autópsias o senhor realizou em pessoas mortas?

TESTEMUNHA: Todos elas. Os vivos ‘esperneiam’ demais.


8.

ADVOGADO: Você pode descrever o indivíduo?

TESTEMUNHA: Ele tinha uma altura média e tinha barba.

ADVOGADO: Era um homem ou uma mulher?

TESTEMUNHA: A menos que o circo estivesse na cidade, eu diria que era homem.


9.

ADVOGADO: A senhora é sexualmente ativa?

TESTEMUNHA: Não, eu somente fico deitada.


10.

PROMOTOR: Quando ele foi, o senhor tinha ido e teve ela, se ela quisesse e pudesse, por enquanto, excluindo todas as restrições sobre ela para não ir, também foi, ele teria trazido o senhor, o que significa que o senhor e ela, com ele para a estação?

OUTROS ADVOGADOS: Objeção. Essa pergunta deve ser retirada e dado um tiro nela.


11.

PROMOTOR: Todas as suas respostas devem ser orais, ok? Para qual escola você foi?

TESTEMUNHA: Orais…


12.

ADVOGADO: Então, a data da concepção (do bebê) foi 8 de agosto?

TESTEMUNHA: Sim.

ADVOGADO: E o que a senhora estava fazendo naquele momento?

TESTEMUNHA: Estava deitada.


13.

PROMOTOR: O senhor estava presente quando sua foto foi tirada?

TESTEMUNHA: O senhor está brincando, né?


14.

ADVOGADO: Doutor, o senhor disse que foi baleado na floresta?

TESTEMUNHA: Não, eu disse que fui baleado na região lombar.


15.

ADVOGADO: Qual foi a primeira coisa que seu marido lhe disse naquela manhã?

TESTEMUNHA: Ele disse: “Onde eu estou, Cathy?”

ADVOGADO: E por que isso te perturbou?

TESTEMUNHA: Meu nome é Susan!


16.

ADVOGADO: O que aconteceu então?

TESTEMUNHA: Ele me disse: “Eu tenho que te matar porque você pode me identificar”.

ADVOGADO: Ele o matou?

TESTEMUNHA: Não.


17.

ADVOGADO: Foi esse o mesmo nariz que o senhor quebrou quando criança?

TESTEMUNHA: Eu só tenho um, né?


18.

ADVOGADO: Policial, quando o senhor parou a ré, as luzes vermelhas e azuis da sirene piscavam?

TESTEMUNHA: Sim.

ADVOGADO: A arguida disse alguma coisa quando saiu do carro?

TESTEMUNHA: Sim, senhor.

ADVOGADO: O que ela disse?

TESTEMUNHA: “Em que boate estou?”


19.

PROMOTOR: Alguma sugestão sobre o que impediu que isso fosse um julgamento de homicídio em vez de um julgamento de tentativa de homicídio?

TESTEMUNHA: A vítima viveu.


20.

PROMOTOR: O senhor está qualificado para dar uma amostra de urina?

TESTEMUNHA: O senhor é qualificado para fazer perguntas?


Acreditem ou não, isto tudo realmente aconteceu!

eak

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