Conheça o Centro Paradero de Recuperação Animal na Costa Rica

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Nas florestas da Costa Rica, não há sociedades protetoras dos animais.  Esta tarefa é executada por Marielos Morice.

Marielos Morice, partner Bernal Lizano and Elvis the sloth welcome visitors to Paradero Animal Rescue Center, located near Limón, Costa Rica.

MarielosMorice. Foto: ChrisRoberts

Junto com o parceiro Bernal Lizano, bem como um núcleo de voluntários dedicados, os animais machucados ou abusados residentes dos trópicos tem um local seguro onde são alimentados até ficarem saudáveis.  Localizado ao longo de um dos canais de Tortuguero, a aproximadamente  30 minutos do porto de Limón, o Centro Paradero de Recuperação Animal é uma parada remota apresentada aos passageiros de algumas excursões da floresta tropical, que são oferecidas pela Asuaire Travel.

Os visitantes caminham ao longo de uma passarela elevada de metal e aprendem sobre a floresta tropical.  A passarela leva ao um área cercada por redes, onde uma variedade de criaturas que estão se recuperando vivem em harmonia.

Morice e Lizano cuidam de mais de 70 animais, todos com o histórico de abandono, ferimento, ou ambos.  A dupla de cuidadores tem uma reputação entre a população da província de Limón.  Quando o telefone toca, provavelmente tem uma animal que precisa de seus cuidados e atenção.

Foto: Chris Roberts

Apontando para um curioso tucano, Morice diz: “Ele foi trazido aqui após ter caído de seu ninho, próximo da usina hidroelétrica que está sendo construída.  Agora ele está recuperado e é como um animal de estimação”.  Ela se inclina em direção ao seu bico colorido.  O pássaro retira um pedaço de fruta que ela segura entre seus lábios.

Também há os bichos-preguiça – 30 no total.  Um bebê que nasceu prematuro agora está sendo alimentado e cuidado.  Você também pode conhecer Sarita, um outro bicho-preguiça que foi encontrado no solo.  “Ela estava desidratada, sem uma orelha e tinha cataratas, quase cega, quando nós a encontramos“, diz Morice.  “Ela tem quatro meses de idade agora, indo muito bem, mas ainda damos à ela remédio para diarréia“.

Se os bichos-preguiça pudessem falar, um dos sobreviventes diria como a sua mãe foi morta por um trem.  A jovem criatura sobreviveu, mas perdeu um dedo.  Uma macaca aranha foi trazido por uma razão diferente. Ela ficou amarrada por 14 anos e então abandonada.  Os visitantes podem conhecer Dandy, outro macaco que tinha ficado amarrado – desta vez em um bar e tinha que beber cerveja para divertir os clientes.  Histórias horríveis com finais felizes.

Voluntários internacionais ajudam os proprietários no cuidado aos animais. “Eu queria que minha viagem à Costa Rica significasse algo“, diz a estudante sueca Emma Nystrom.  “Eu procurei no Google ‘voluntário Costa Rica’ e encontrei este lugar.”  

“Não sou o Dr. Dolittle, mas todos os animais querem estar comigo” diz Morice.  “Algumas vezes os animais que soltamos retornam para visitar.

Bernal Lizano diz: “Eu acho gratificante quando os libertamos, mas fico triste de vê-los ir.  Ele são como filhos e quando você tem filhos, nós todos sentimos em vê-los ir“.

O Centro de Recuperação Animal Paradero começou há seis anos e cobre 36.400 metros quadrados.  Ele não recebe nenhum recurso governamental, e conta somente com as contribuições e taxas de admissão: US$ 10 para residentes e U$30 para visitantes estrangeiros.  Os alunos da Universidade Penn State fizeram uma doação para a construção de um pequeno hospital no Centro.

Quando os turistas compram uma passagem para uma excursão que passa pelo Centro Paradero, uma porção do valor vai para o mesmo.

Foto:

Elvis no colo de uma turista.  Foto: Chris Roberts

A excursão termina com uma visita ao Elvis, o bicho-preguiça.  Este simpático membro da família adaptou-se tão bem aos humanos, que os visitantes podem segurá-lo para tirarem fotos.

EAK

Fonte: www.examiner.com

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