Paraguai, ótima opção de investimento

O seguinte artigo, escrito por Eduardo Castillo, foi publicado no site elguaraniprospero:

Paraguai, ótima opção de investimento

Se você está cansado…

cansado do peso do governo sobre as suas costas…

cansado de trabalhar mais da metade do ano (52%) só para pagar impostos…

cansado da indústria das multas de trânsito…

cansado de trabalhar o tempo todo sob o terrorismo de fiscais e achacadores de todo tipo (Fazenda estadual, prefeitura, meio ambiente, IPEM, INMETRO, ANVISA)…

cansado de pagar pouco aos seus funcionários e mesmo assim ter os funcionários mais caros da América Latina…

enfim, se você está cansado do Brasil, e sabe, que mesmo com um novo presidente essa situação não vai mudar, ou no mínimo, vai levar ainda muitos anos para exibir pequenas melhoras, então talvez você deva considerar a possibilidade de montar seu negócio no Paraguai. Empreender no Paraguai. Prosperar no Paraguai. 

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SAIBA QUE:

No Paraguai, a carga tributária total que pesa sobre o cidadão, é de apenas 7%.

Não há uma indústria de multas de trânsito.

Não há um exército de fiscais e achacadores visitando seu negócio o tempo todo para lhe fazer ameaças e lhe extorquir dinheiro. 

Você pode pagar melhor aos seus funcionários e ainda assim o custo funcionário é bem menor.

As leis são claras e de fácil entendimento e o sistema tributário é bem simples.

Existe livre mercado, o país está crescendo graças à políticas de crescimento bem definidas e em pouco tempo se obtém o retorno dos investimentos.

Baixo índice de violência e criminalidade.


Esto es Paraguay!

Sistema tributário mais simples, custos trabalhistas menores, pouca burocracia e ambiente favorável para os negócios levam empreendedores brasileiros a investir no país vizinho. Os entraves nacionais, que sufocam empresários, empreendedores e trabalhadores, estão provocando um êxodo para o Paraguai. Nos últimos cinco anos, os brasileiros abriram sete de cada 10 indústrias do país vizinho.  Saiba mais…


Ranking da liberdade econômica

Em matéria de liberdade econômica ou livre mercado, o Brasil ocupa a posição 153 enquanto que o Paraguai ocupa a posição 82, numa escala que vai de 1 a 180 onde 1=Totalmente Livre e 180=Zero Liberdade. Os dados podem ser verificados diretamente no site ‘heritage.org’ e, de acordo com o site os países do mundo estão categorizados em 5 divisões, que podem ser vistas na figura à esquerda.

O Brasil se encontra na categoria ‘4-Economia majoritariamente reprimida‘ enquanto que o Paraguai encontra-se na categoria ‘3-Economia moderadamente livre‘. Nessa classificação são levados em conta vários fatores importantes como: Estado de direito, Peso do governo, Eficiência regulatória, Abertura de mercados. No estado de direito são analisados quesitos como, direito e garantia à propriedade, integridade (honestidade) do governo e eficiência da justiça. No item peso do governo são analisados os gastos do governo, a carga tributária e a saúde fiscal. No item eficiência regulatória (ou clareza das leis) são analisados as liberdades para se fazer negócios, constituir empresas, relações trabalhistas, e liberdades monetárias. No item Mercados abertos são analisados o livre mercado, o livre investimento e facilidades de financiamento. Para que se tenha uma ideia do que significam esses números e categorias, vamos fazer algumas colocações. Na posição 1 dessa escala encontra-se Hong Kong, o país onde se tem total liberdade econômica, livre mercado, total garantia de direitos civis e direito à propriedade, etc., etc., etc. Na posição oposta, isto é, na posição 180, temos a Coreia do Norte e para que fique bem claro a posição do Brasil, na posição 179 temos a Venezuela e na posição 178 temos Cuba. Esses países estão na quinta categoria, economia 100% reprimida, onde não há livre mercado, não existe direito à propriedade privada, e são proibidos a livre iniciativa e o empreendedorismo. Encontram-se nessa categoria também,  a Bolívia e o Equador. A quinta categoria começa na posição 160 e o Brasil está a apenas 7 posições de distância, então conclui-se que faltava bem pouco, aliás muito pouco mesmo, para que o Brasil chegasse a mesma categoria onde se encontra hoje a Venezuela, bem como Cuba e Coreia do Norte. Todo um trabalho de aparelhamento do estado e das instituições estava sendo feito para isso. A começar pelas Receita Federal e as Fazendas Estaduais que foram aparelhadas com o que há de mais moderno e eficiente em termos de tecnologia, com o objetivo de assumir o total controle da vida das empresas e do cidadão, como você poderá ler em um parágrafo mais adiante. Se você não é um alienado esquerdista, acho que sabe muito bem o que isso quer dizer.


Moeda e inflação

Agora vamos falar da moeda do Paraguai, isto é, do Guarani. O Guarani foi criado em 1943 e as primeiras cédulas começaram a circular em 1944 e desde então, nunca se cortou um único zero da moeda (já se passaram 75 anos). E mesmo por ocasião de sua criação, em substituição ao Peso Paraguaio, não houve corte de zeros, apenas uma mudança de nome com o objetivo de homenagear a cultura Guarani. Obviamente, ao longo de todos esses anos, houve uma inflação acumulada e atualmente os valores são todos expressados em múltiplos de mil. Uma passagem de ônibus coletivo em Asunción, custa 2.300 (dois mil e trezentos) Guaraníes. Já custou 2.200, já subiu para 2.400 e há poucos dias seu preço baixou para 2.300, uma característica de países onde existe de fato o livre mercado e a liberdade financeira e econômica: os preços acompanham o câmbio e sobem e descem, ao passo que no Brasil, os preços só sobem. Percebe-se também que há uma grande estabilidade econômica no Paraguai, a inflação anual varia de 3 a 4% e o crescimento econômico na última década tem alcançado índices surpreendentes, acima de 6% em alguns anos. Já no Brasil, a situação é bem diferente. Um ano antes da criação do Guarani, em 1942, já se precisou cortar três zeros da moeda brasileira, que na época era o Real (pronunciava-se Réis) e passou a se chamar Cruzeiro. Em 1967, já se fez necessário mais um corte de três zeros (Novo Cruzeiro). Em 1986 mais três zeros foram cortados e o Cruzeiro passou a se Chamar Cruzado. Em 1989, apenas três anos depois, mais três zeros foram cortados e passou a se chamar Novo Cruzado.

 Quatro anos depois, em 1993, mais uma vez se corta três zeros da moeda e passa a se chamar Cruzeiro Real. A inflação era tão grande e descontrolada nesses tempos, que, apenas um ano depois, com a criação do Real, foi necessário fazer uma conversão de 2.750 para 1, ou seja cada 2.750 cruzeiros passaram a valer 1 Real. Agora imagine se formos colocar de volta ao Real, todos os zeros perdidos: 1 Real valeria 2.750.000.000.000.000.000 Réis. (dois quintilhões e setecentos e cinquenta quatrilhões). Incrível, não e mesmo? E viva o Brasil…

Para saber mais detalhes sobre as diferenças fiscais e políticas entre o Brasil e o Paraguai, e conhecer as oportunidades de negócios hoje naquele país, acesse o artigo no seu site de origem, clicando aqui.

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