Cientistas encontraram evidência de percepção extra-sensorial humana… o sexto sentido

Em 1976, uma apresentação ocorreu no Instituto de Engenheiros Elétricos & Eletrônicos (sigla IEEE, em inglês) sobre um trabalho publicado pelo Instituto, em nome de Hal Puthoff e Russel Targ.

O trabalho foi intitulado “A Perceptual Channel For Information Transfer Over Kilometer Distances: Historical Perspectives and Recent Research” (Um Canal de Percepção Para a Transferência de Informação Em Quilômetros de Distância: Perspectivas Históricas e Pesquisa Recente).

Puthoff, que tinha um PhD obtido em Stanford, em engenharia elétrica, na época foi comissionado pela CIA e pelo Instituto de Pesquisa Stanford para gerenciar o projeto Stargate, que foi um dos muitos programas secretos do governo dos EUA, o qual permaneceu oculto da população por mais de 20 anos.

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Russell Targ é um físico e escritor, originalmente conhecido por seu trabalho como pioneiro no desenvolvimento do laser e suas aplicações, e co-fundador da investigação de habilidades psíquicas (sigla SRI em inglês) do Instituto de Pesquisa Stanford, nas décadas de 1970 e 80.

O Projeto Stargate examinou as habilidades psíquicas humanas; hoje conhecidas como o estudo da parapsicologia.

O trabalho foi a primeira e única publicação deste programa, antes dele se tornar segredo no final da década de 70, e ele apresentou evidência científica da existência de um canal de capacidade de percepção, onde certos indivíduos foram capazes de perceber e descrever dados remotos não perceptíveis por quaisquer outros sentidos conhecidos. Na verdade, até 1975, os clientes que financiaram o projeto concordaram que este canal de percepção sutil existia em indivíduos experientes, bem como aqueles inexperientes. (Fonte, uma palestra de Ingo Swann, um dos 500 participantes altamente hábeis dentro do programa.”

No programa, os participantes foram capazes de identificar com sucesso prédios, estradas, e aparelhos de laboratório, mas mais de duas décadas mais tarde, partes do programa não mais foram classificadas como sendo secretas e descobrimos que muito mais ocorreu do que somente isto.

Isto é esboçado numa declaração feita por Puthoff, de um trabalho publicado após a liberação da informação em 1995:

Resumindo, ao longo dos anos, o criticismo dos protocolos, que iam e viam, o refinamento dos métodos, e a replicação com sucesso deste tipo de visualização remota por laboratórios independentes produziram consideráveis evidências científicas para a realidade do fenômeno [de visualização remota].  Reforçando estes resultados foi a descoberta de um crescente número de indivíduos que podiam demonstrar uma visualização remota de alta qualidade, muitas vezes para suas próprias surpresas…  O desenvolvimento desta capacidade na SRI evoluiu ao ponto onde uma equipe que visitava a CIA, sem nenhuma exposição anterior a tais conceitos, teve um desempenho bom sob condições controladas em laboratório.” (fonte)(fonte)

Os participantes no programa foram capazes de visualizar remotamente objetos em outras salas, e até outros prédios e lugares por todo o mundo.

Por exemplo, uma aeronave bombardeiro soviética Tu-22, que foi equipada como aeronave de reconhecimento e perdida no Zaire em 1979, foi localizado por um visualizador remoto da Força Aérea dos EUA.  O Presidente Jimmy Carter estava ciente disso, admitindo numa conferência nacional que a CIA, sem o seu conhecimento, uma vez consultou uma vidente para localizar uma aeronave perdida.  De acordo com a rede de notícias CNN, ele disse aos alunos da Universidade Emory que a “aeronave especial dos EUA” caiu em algum lugar do Zaire. Porém a aeronave era da Rússia e não dos EUA.

De acordo com Carter, “a mulher entrou em transe e forneceu números de latitude e longitude. Focamos nossas câmeras de satélite naquele ponto e a aeronave estava lá”. (fonte)

Paul H. Smith, PhD e um dos participantes no projeto Stargate (agora major reformado do Exército dos EUA), nos dá mais detalhes em seu livro:

Em março de 1979, foi dado um mapa de todo o continente africano a uma jovem mulher alistada na Força Aérea, de nome Rosemary Smith. A ela foi dito somente que em algum tempo nos últimos dias um bombardeiro soviético Tu-22, equipado como aeronave espiã, tinha caído em algum lugar do continente.  Os Estados Unidos queriam desesperadamente resgatar os códigos e equipamento secreto russo que o Tu-22 carregava. Usando suas habilidades de visualização remota, ela apontou onde estavam os destroços, embora ele tinha sido completamente engolido pela selva, na qual o jato havia mergulhado de nariz. (fonte, pg. 31)

Um outro exemplo seria os anéis de Júpiter. Antes do voo até Júpiter pela sonda Pioneer 10, que foi uma espaçonave lançada em 1972, e a primeira a voar diretamente através do cinturão de asteróides para observar Júpiter, um cavalheiro chamado Ingo Swann foi capaz de descrever com sucesso e visualizar um anel ao redor de Júpiter, o qual os cientistas não sabiam que existia.  Isto ocorreu precisamente antes dos voos aproximados da sonda Pioneer 10 da NASA, a qual confirmou que o anel realmente existia. Estes resultados foram publicados e seus links estão acima neste artigo.

Para determinar se era necessário ter um ‘farol’ individual do local do alvo, Swann sugeriu que fosse conduzido um experimento para visualizar remotamente o planeta Júpiter, antes do voo próximo da sonda, Pioneer 10, da NASA.  Nesse caso, muito para sua decepção (e nossa) ele descobriu um anel ao redor de Júpiter, imaginou se talvez ele tivesse visualizado Saturno por engano.  Nossos colegas em astronomia também não ficaram impressionados, até que o voo revelou que o anel realmente existia. (fonte)

Muito fascinante, não é?  Swann acabou escrevendo sobre a Lua, e outros estranhos fatores que são associados com o espaço, os quais ainda não foram divulgados a nós. Você pode acessar esses livros (em inglês) aqui.

A interrupção do programa foi estranha. De acordo com Ingo, a telepatia humana ocorreu e foi aí que homens vestidos em ternos entraram e fecharam o programa.

Abaixo está uma das muitas palestras dadas por Russel Targ, falando mais sobre o programa. (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora estas não sejam precisas, clique aqui):

Ainda temos muito que aprender sobre nossos cérebros e todo seu potencial. A maior barreira para este avanço somos nós mesmos, quando pensamos que certas coisas sejam impossíveis. Quando abrirmos nossas mentes para tudo isso, o céu será o limite.

n3m3

Fonte

2 Comentários

  1. Jonas

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