Neurocientista encontra prova de vida após a morte e a apresenta para a ONU

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O conhecimento científico está expandindo a cada dia a uma taxa exponencial, e as implicações de novos avanços, particularmente aqueles que desafiam a atual estrutura relacionada à verdadeira natureza da realidade, são muito difíceis de serem alcançados. Uma área que continua sendo um ponto focal de estudo para muitos médicos e neurocientistas é a relação entre a mente, o cérebro e a consciência.

Seria o cérebro um receptor da consciência, ou seria a consciência um produto do cérebro?

Embora a ciência ainda não tenha mostrado com absoluta certeza que a consciência existe separadamente de nossos órgãos físicos, há muita evidência (tanto de relatos quanto científicas) indicando que a consciência é algo completamente separado – que ela continua mesmo após termos morrido, que ela é e pode ser uma ‘coisa’ separada do cérebro. Parece haver muita consistência quando se trata de estudos que examinaram esta questão. Novas descobertas dentro deste campo estão rapidamente mudando como percebemos e nos relacionamos com o mundo físico.

Abaixo está um vídeo com o Dr. Bruce Greyson falando numa conferência que ocorreu nas Nações Unidas.  Ele é considerado um dos ‘pais’ dos estudos de ‘quase morte’.  Greyson é Professor Emérito de Psiquiatria e Ciência Neurocomporamental da Universidade de Virgínia.

No vídeo ele descreve casos documentados de indivíduos que foram declarados clinicamente mortos (sem nenhuma atividade cerebral), mas, ao mesmo tempo, observavam tudo que estava ocorrendo com eles na mesa médica abaixo. Ele descreve como houve muitos exemplos disso – onde indivíduos são capazes de descrever coisas que deveriam ser impossíveis de serem descritas. Uma outra declaração importante do Dr. Greyson afirma que este tipo de estudo tem sido desencorajado devido à nossa tendência de ver a ciência como algo completamente materialista. Na comunidade científica, ver é acreditar, assim por dizer. É uma lástima que só porque não podemos explicar algo através de meios materialistas, isto deva ser instantaneamente duvidado.  O simples fato de que a própria consciência não é uma ‘coisa’ física é algo perturbador para alguns cientistas compreenderem e, como resultado dela não ser material, eles acreditam que ela não pode ser estudada pela ciência.

(Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):

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 Alguns cientistas e filósofos inclinados de forma materialista se recusam a reconhecer estes fenômenos porque eles não são consistentes com sua concepção exclusiva do mundo. A rejeição de investigação de natureza pós-materialista ou a recusa de publicar descobertas científicas contundentes que apoiam a estrutura pós-materialista são antiéticas para o verdadeiro espírito da investigação científica, a qual exige que dados empíricos sempre devam ser adequadamente investigados.  Dados que não se encaixam dentro das teorias e crenças favorecidas não poden ser descartados a priori. Tais rejeições estão situadas no reino da ideologia, e não da ciência. – Dr. Gary Schwartz, professor de psicologia, medicina, neurologia, psiquiatria e cirurgia da Universidade do Arizona.

Em 2001, a publicação anual médica, The Lancet, publicou um estudo de 13 anos sobre Experiências de Quase Morte (EQM).

Nossos resultados mostram que os fatores médicos não podem contabilizar pela ocorrência de EQM. Todos os pacientes tiveram uma parada cardíaca, e estavam clinicamente mortos, com a inconsciência resultando do suprimento insuficiente de sangue para o cérebro. Nesses casos, o EEG (uma medida da atividade elétrica do cérebro) zerou, e se a reanimação cardiopulmonar não fosse começada dentro de 5 a 10 minutos, dano irreparável ocorreria ao cérebro e o paciente morreria.

Um total de 344 pacientes foram monitorados pela equipe de pesquisadores, e surpreendentes 18 por cento deles tiveram algum tipo de memória de quando eles estavam mortos, ou inconscientes (sem atividade cerebral), e 12 por cento (1 em cada 8) tiveram uma experiência muito forte ou “profunda”.  Lembre-se que estas experiências ocorreram quando não havia atividade elétrica no cérebro, após uma parada cardíaca.

Um outro estudo é originário da Universidade de Southampton, onde cientistas descobriram evidências de que a consciência pode continuar por pelo menos vários minutos após a morte. No mundo científico isto é considerado impossível. O estudo lá conduzido foi o maior já publicado no mundo sobre experiências de quase morte, e ele foi publicado no periódico Resuscitation.

Em 2008, foi lançado um estudo em grande escala envolvendo 2060 pacientes de 15 hospitais no Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. O estudo AWARE (AWAreness during REsuscitation), patrocinado pela Universidade de Southampton no Reino Unido, examinou uma grande alcance de experiências relacionadas à morte.  Os pesquisadores também testaram a validade das experiências conscientes usando marcadores objetivos pela primeira vez num grande estudo, para determinarem se as alegações de consciência compatíveis com experiências fora do corpo correspondem com eventos reais ou alucinatórios. – Fonte

Este tipo de fenômeno não somente tem sido registrado examinando as experiências de quase morte, mas também com estudos no âmbito da parapsicologia.  Um caso em particular, que estudou a maior parte deste tópico se estendendo por mais de duas décadas, foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford, em conjunto com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O estudo foi chamado de “programa de visualização remota”.

Um homem chamado Ingo Swann foi capaz de descrever com sucesso e visualizar um anel ao redor de Júpiter, o qual cientistas não tinham a menor ideia de que existia.  Isto ocorreu precisamente antes do primeiro voo aproximado da sonda Pioneer 10 da NASA, que confirmou a existência do anel.  Estes resultados foram publicados anteriores à descoberta do anel. A visualização com sucesso do anel por Ingo ocorreu após os cientistas observarem ele identificando objetos físicos em envelopes escondidos, os quais eram colocados a centenas de quilômetros de distância.

Este tipo de coisa está dentro do âmbito das capacidades humanas estendidas, e é somente um exemplo de muitos que têm sido documentados e observados, todavia não possuindo uma estrutura científica (materialista) que forneça algum tipo de teoria.

“Não vou aderir à estupidez da moda de considerar tudo que não consigo explicar como sendo fraude – Dr. Carls Jung

Novamente salientando que a informação neste artigo não é nem mesmo uma fração do volume total de pesquisa que está disponível lá fora. Há estudo após estudo, livro após livro, e palestra após palestra. Isto é simplesmente um resumo muito breve e condensado de um tópico que tem sido examinado por anos.

E você, acredita que há vida após a morte?

eak

Fonte

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